Archive for the ‘São teorias’ Category

Estava aqui no youtube a ver uns vídeos-tag, que funcionam tal e qual como as tags do blogger caso não saibam mas em versão vlog.
Havia uma tag entre os falantes da língua inglesa, americanos, ingleses, canadianos, australianos, o que fosse, que consistia numa série de palavras e de perguntas que diziam /respondiam e passavam, se não percebem o que eu digo vejam um pouco dos vídeos:

Pela variedade de acentos que existem adorava ver algo assim com a língua lusófona, português do Brasil que sei distinguir apenas dois, o de Portugal (Vijeu, Abeiro, Pourto, Lisboa, Alêntêju, Brâgânça, o que for), e os das Palops que por acaso até tenho uma colega que fala o português da Angola. O nosso problema é que o português só é falado em dois países mais desenvolvidos (fodasse não vou considerar Brasil como não desenvolvido que eles dominam a internet e uma pessoa já nem pode fazer copypaste), e segundo se diz, corrijam-me os brasileiros se estiver errada, vocês estão a safar-se da crise mundial e a crescer muito economicamente (enquanto Portugal só está a sobreviver por estar na europa… Mas vá, somos uns fixes na mesma).
Seja como for, eu gostava de ver algo parecido, fazer um questionário e um conjunto de palavras com outros blogueiros para depois se fazerem vídeos. Ou um só vídeo com todos os acentos. Não sei digam-me vocês.

São chatos. Causam dor. Tiram as esperanças das pessoas. Quebram-lhes com os sonhos. No meu caso diria que cheguei a acabar com o que restava da inocência de infância dalguém. Deprime corações. E nalguns casos, mata. É. Bela merda os break ups, mas sócios, tal como está escrito “fumar mata” nos maços de tabaco, vocês sabiam as consequências desastrosas que o amor podia trazer. Todos sabemos. Deixem lá, não é vossa culpa, não é culpa de ninguém, o amor é mesmo assim. A nós só nos resta levantar e continuar a lutar, acontece aos melhores, deixem lá, se não resultou pronto, está tudo bem.

Okay, chega de melancolia que este post é suposto ser meio estúpido. E não, eu não acabei com ninguém, alias, eu e a minha melhor amiga andamos com problemas, ela apaixonou-se por ninguém e eu também. It’s complicated  isn’t it?
  • Comer gelado de chocolate a ver um filme de terror imaginando que a pessoa torturada é o ex- dos primeiros conselhos que recebi já há muito, da minha amiga jelly, só podia
  • Now, now why don’t you get a job? – Era uma expressão, o que queria dizer é para arranjarem coisas para fazer, tipo por mais estúpido que pareça eu comecei com pintura de caixas
  • Para as meninas:  
  • Para os meninos: 
  • Para os dois:
  • Não chega? Criem uma conta no tumblr. Who needs a boy friend or girl friend to make you go lol when you have a tumblr? 
  • Não querem? Bela merda então. Tass. Vão a 9gag ou ao loltuga
  • EVITEM SÍTIOS COM CASAIS FOFINHOS, EVITEM COISAS FOFINHAS, EVITEM CORAÇÕES, A COR VERMELHA EM CONTEXTOS FOFINHOS, IMAGENS FOFINHAS, NÃO VÃO A VENEZA NEM A PARIS. Eu tenho azar porque vivo na chamada Veneza de Portugal. DU’H
  • Vão sair com aqueles vosso amigo mais maluco que tiverem. Claro que os meus amigos tem a sorte de me terem a mim. Não é para qualquer um
  • Os memes são terapêuticos
  • E o tumblr também
  • Criem um blog para postar textos melancólicos e depois achem-se ridículos
  • Ouçam música pesada. Resulta. Confiem em mim. Recomendo Megadeth, Ac/dc (não tão pesado mas adequado), Breaking Benjamin (melancólicos de merda meio pesados), Guano Apes (tirando as que são melancólicas), Murderdolls (…)
  • Comprem uma garrafa de black vodka
  • O processo do break up gera uma fase muito criativa na vida duma pessoa porque ela está a sentir coisas, e isso é bom, é dor eu sei, eu sei como é, é querer morrer porque não há significado para viver, mas ao fim e ao cabo acaba por ser um desafio, voltar a descobrir o significado da vida, é um novo começo, e lidar com essas coisas fortes que se sente, pode soar mau mas é verdade, gera uma fase mesmo muito criativa, eu enchi um caderno de 150 páginas em 3 meses, nunca escrevi tanto na minha vida. E a fase da dor não dura para sempre também, se o amor não foi eterno a dor também não será. Não sou masoquista e talvez se tivesse ouvido isto há quase um ano atrás matava a pessoa. Mas é verdade
  • Esqueçam namoros, pensem em vocês. Fuck the rest
  • Odeiem a toda a força o ex. Odeiem de morte. A fase de ódio é importante
  • NÃO APAGASTE O NÚMERO? MAS QUE MERDA VEM A SER ESTA? VAI APAGAR A PORCARIA DO NÚMERO
everything about this.

Dizem-me que é muito difícil que eu venha ser pianista porque não toco piano desde os seis anos, toco desde para aí os dez, apesar de só em Novembro do ano passado tenha voltado a ter aulas depois de quatro anos parada. E é verdade que é mesmo muito difícil porque as minhas mãos vão ganhar o jeito com maior lentidão do que uma criança, as crianças não aprendem mais rápido, é mentira, elas apenas tocaram durante mais tempo quando tiverem a minha idade e absorvem tudo porque são pequenas e fazem tudo o que lhes mandam, elas demoram por volta de um ano para tocar todas as partituras dum livro qualquer enquanto que eu faço isso em 3 ou 4 meses, e mesmo que eu aprenda mais rapidamente porque sou mais velha e tenho a motivação, eu continuo em desvantagem porque quando eu chegar aos 20 anos eu toquei durante seis anos, elas tocaram durante 15 anos. E isso é o que me faz ficar triste porque eu não quis voltar a ter aulas no sexto ano por preguiça, e não quis entrar no conservatório quando tinha 9 ou 10 anos e os meus pais culpam-se a si próprios porque eles sabem que neste momento eu estaria a tocar grandes peças se me tivesse enfiado no conservatório, agora eles tem que pagar para que eu possa aprender. Mas o conservatório muito pouco provavelmente me teria mostrado a paixão que encontro na minha escola de música e no meu mp3, e pelos relatos da minha professora e doutros, cada um tenta tocar mais rápido que o outro, é que não faz sentido, não faz sentido, música é para ser sentida e ouvida, e não para competir de forma ridícula, é daí que surgem os artistas extremamente comerciais. A futilidade.
O que me lixa também, é que mudaram todas as regras no conservatório e mesmo que eu tocasse magnificamente eles não me iriam aceitar porque há uma criança de sete anos para substituir um adolescente que já “não tem idade para aprender a tocar um instrumento”. Eu digo-vos a idade, talvez eu faça as coisas porque gosto e tenho a ambição que numa parte das crianças é substituída pela ambição dos pais e isso também me lixa, as crianças que brinquem façam o que queiram, depois quando forem adolescentes que se metam em tudo o que lhes apetecer, fotografia, música, desporto, dança, seja a coisa que for porque é na minha idade que se começa a pensar o que se quer para a vida e que se começa a encontrar uma diferente paixão pela vida, e digam o que quiserem porque eu sei que é difícil, eu sei que perdi muito tempo, eu sei que a culpa é minha, mas eu era uma criança e naquele momento o que eu queria era jogar basket, e joguei porque gostava e continuo a gostar, não fui obrigada. Também andei no ballet e os meus pais não me obrigaram, tinha 8 anos e decidi que ia fazer ballet porque gostei de ver as meninas a dançar, e continuo a lembrar-me das posições, já não consigo por os pés na cabeça mas cresci com postura (mesmo que ultimamente ande com as costas tortas).

E se eu quisesse voltar a dançar e metesse na cabeça a ideia de ser primeira bailarina eu iria matar-me a treinar porque mesmo que uma miúda de 5 anos tenha mais hipóteses não é impossível, milagres só Deus é verdade, mas quantas pessoas já viram a tocar bateria sem as mãos, ou bailarinas de fama internacional com problemas nos pés, ou corredores paraplégico? Tal como os músculos duma adolescente que quer ser bailarina não foram educados na infância as mãos duma pianista também não, mas sei lá, é tão injusto esta situação que eu acho que temos de dar a volta, é das coisas mais injustas na vida, não poder se isto ou fazer aquilo porque não fomos educados para isso quando éramos crianças. É, é que a vida é tão lixada, especialmente em áreas como a música que temos de decidir se estamos ou não a altura. E eu estou a altura de mandar toda a gente bugiar porque nada é impossivel, o impossível só demora mais* e mesmo que tenha perdido muito tempo e haja uma criança que possa vir a ser mais chances que eu, eu sei que para se chegar a ter sucesso é preciso cometer muitos erros (como os Green Day disseram), e este foi um deles, eu vou fazer de tudo para ir para a Royal Academy of Music em Londres, digam a merda que entender, nunca cheguei a lado nenhum a ouvir comentários rudes, a não ser a ter haters que acabam por me tornar mais forte porque quando nos odeiam é por uma razão bem forte, o ódio é um sentimento que só se sente por uma razão bem justificada, e só há duas opções, ou eu acabei com a vida delas dalgum modo ou eu tenho algo que eles não tem. So easy like that. Haters always gonna hate.
E é isso mesmo, eu quero ser pianista, e eu quero e eu quero e eu continuo a ser teimosa como uma criança, e quero isto para a minha vida, sim, amanhã posso acordar e querer ser médica ou vendedora de farturas, mas fui educada por um pai que me diz sempre “na vida uns empurram outros são empurrados, és qual tipo de pessoa?”, e se neste momento tenho a ambição, e tive-a desde o momento em que vi uma colega a tocar fur elise nos meus 9 anos, e guess what, é a música que estou a aprender agora, eu quero fazer isto e eu não vou desistir dos meus sonhos, eu vou empurrar, prefiro sangrar e suar do que acomodar-me e viver confortavelmente, prefiro lutar do que ser empurrada.
E eu vou para a Royal Academy, porque nessa altura eu vou ter cabeça e vou ter a idade para competir, só espero que não me leve a mediocridade de tanto tocar para ser a melhor, porque para mim um artista pode perder tudo quando deixa de ser, bem, de ser um artista.

*Dan Brown
Ps: Isto é um cadito grande pode ter erros que depois corrijo

Há uma semana quando houve uma palestra sobre violência no namoro e o amor e outras coisas assim passou um vídeo de histórias reais de vítimas mortas pelo parceiro, quase todas raparigas, então de repente aparece uma história assim: “Victória tinha 19 anos quando foi assassinada pelo namorado porra-do-nome-e-apelido-da-minha-pseudo-crush com 36 facadas no abdómen”. Então podem adivinhar o que aconteceu, não que isto vos interesse muito, mas tem piada, claro que não teve piada no momento, mas agora ele anda a fingir que morreu também e que é um fantasma. A minha teoria é: eu morri nos anos 80/90 e ele também, até porque ele anda sempre com umas camisas que parecem do Tate e tem cara de freak.
Então cheguei a conclusão que essa história aconteceu há muito tempo e foi real, quando eu decidi dizer-lhe que estava tudo acabado porque ele era um idiota e porque não gostava nem dos Green Day nem dos Nirvana, então ele passou-se e matou-me e depois matou-se chegando a conclusão que os Green Day e os Nirvana eram realmente fixes.
Agora que inventei esta história toda a gente quer uma continuação e querem saber porque é que eu voltei a aparecer e dizem que faz todo o sentido ele ser um fantasma porque ele desaparece do nada quando está com a turma.

Então o que é que me leva a acreditar que uma pessoa é na verdade um fantasma?

  • Veste-se à uma moda antiga
  • Tem cara de Freak
  • Tem a pele fria
  • Aparece e desaparece do nada
  • Está sozinha a refletir na vida (ou na sua morte) muitas vezes
  • Parece ser doutro tempo
  • Parece que odeia as pessoas
  • É estranha
  • Vão-se embora quando alguém lhes diz para ir embora
  • Sabe de coisas sem lhas contarem 
  • Aparecem quando falam deles
I believe some of you are actually ghosts. 

Não quero sinceramente saber das manifestações, os gajos que de matem todos longe, desde que me deixem estudar geografia e matemática, quero ter um futuro ao contrário de uma grande parte dos meus colegas que seguiram humanidades porque é fácil. Não quero saber neste momento dos valores, dos números, das estimativas, das mentiras. A única coisa que eu sei é que é preciso trabalhar, a única verdade é que nada está bem e nada estará se o dinheiro se continuar a perder em greves inúteis. Se for agora ver o dinheiro que já se perdeu, os voos cancelados vou ficar chateada e perder fé na humanidade. Portanto, vou ficar por aqui pelo blog, em volta dos livro, e agora vou ver HIMYM porque estou cançada e quando tiver tempo eu preocupo-me com os seres humanos que parecem não terem evoluído ao longo do tempo. Temos 4 bilhões anos de evolução, incluindo 150 mil anos de evolução humada, há muita história no nosso sangue, muita sabedoria nos nossos genes e foi-nos concebidos um cérebro, mas parece que muitos não o usam, os que faltaram ao trabalho porque sim ou porque acham que a manifestação os levará a algum lado são prova dum atrazo na espécie humana, graças a Deus que ainda há quem evolua. Eu tenho 150 mil anos de evolução, e tu tens mesmo?

Grande parte das pessoas fala mal dos ex’s, faz parte da natureza humana, por alguma razão os quisemos fora da nossa vida ou vice-versa, mas seja o que for ou o que quer que tenha acontecido temos uma certeza: Foi uma relação que não correu bem e ponto final.
Disseram-me já algum tempo que o amor da nossa vida era aquela pessoa que apesar dos defeitos, nos a aceitavamos e achavamos que, apesar de tudo, ela era perfeita. Esses amores são imperfeitamente perfeitos. E se nos não aceitamos a pessoa com que andamos então não é a certa, e se acabamos com ela ou ela acaba connosco falamos mal dela a vontade, o que é claramente natural, mas creio que, passado algum tempo (a não ser que tenha sido uma relação mesmo muito feia que incluisse espancamentos ou traições) as coisas acabam por ocupar o seu lugar no passado, nos aceitamos isso e quando damos por nós já não há a necessidade de apontar os erros dessa pessoa. Já não a amamos como antes.
Eu não julgo os sentimentos dos outros porque nós nunca sabemos o que se passa dentro das pessoas, apenas acho que se já passou tempo suficiente e não há ninguém para culpar, então não há mesmo ninguém para culpar. Há tempos atrás eu perguntava-me como é que era possivel que ex-namorados fossem amigos ou até mesmo melhores amigos, e cheguei mais tarde a conclusão que se foi uma pessoa que fez parte da nossa vida, que amamos, que adoravamos ter ao lado nos melhores e piores momentos, com a qual partilhamos segredos, temos todas as razões do mundo para querermos ser amigos dessa pessoa. Sim, as coisas não correram bem, as discuções e as tampas partiram-nos o coração mas é preferivel a gente se rir disso do que guardarmos rancor. É uma questão de saber perdoar e seguir em frente, porque se mais indiferentes formos aos erros do passado melhor iremos conseguir construir uma futura relação, que aprendamos com eles mas não deixemos que eles nos tornem em pessoas corroídas pelo o ódio.

Hoje vou dar-vos a fórmula ideal para fazer rir alguém, de preferência uma pessoa que se ria facilmente, tipo eu ou um bebé de oito meses, mas seja como for vou apresentar a comunidade cientifica a fórmula exacta para fazer rir alguém.

Antes de tudo é preciso entender a teoria do riso. O riso é fruto da satisfação, da alegria, da estupidez e dos fails. Passemos agora para a parte prática.

Podemos começar por conhecer uma personagem com piada, como o Peter Griffin, o Barney Stinson, o Mr. Bean ou o Ricardo Araújo. Eu escolho o Peter porque Family guy é idiota e super fixe.

Não se riram? Tá bem, então podemos passar para fails do Youtube:

Terceiro passo, fotos fenomenais:
Quarto passo, sucessos musicais:

Mais logo mostro-vos mais acerca da minha teoria.

Tenho a sensação que os meus cobaias não comprovam a minha teoria, mas seja como for o Peter Griffin continua a ter piada.