Archive for January, 2012

  1. Eu não passo assim tanto tempo no pc, mesmo que faça cinco posts no mesmo dia, porque geralmente são coisas rápidas
  2. Quando faço daqueles posts com esforço penso “ai e tal isto está tão fixe, a malta vai comentar e não sei quê” e muitas vezes não tenho comments, depois quando faço aqueles posts rascos que na minha opinião não interessam nem ao menino Jesus recebo montes de comments. Não faz sentido
  3. Eu prefiro moderar dez comentários gigantes da mesma pessoa do que vinte de pessoas que só dizem “gosto” e “gosto muito”
  4. Eu muitas vezes não respondo aos comments por não saber o que dizer ou por preguiça 
  5. Eu leio muito mais do que comento porque muitas vezes não tenho paciência para comentar
  6. Por um lado as vezes irrita-me a moderação dos comments porque penso “Mas eu comentei nisto? Epa não me lembro, é melhor não dizer nada para não fazer figura de urso”
  7. Eu geralmente escrevo como falo, tirando os posts feitos com esforço
  8. Muitas vezes imitos os gifs que publico no blog mas ninguém se apercebe
  9. Os meus blogs favoritos são aqueles que se baseiam na vida do autor que ao meu ver é interessante, e deixa um sentimento de mistério, fico a perguntar-me “Ina pah como é que é esta malta na vida real?”. Gosto de pessoas enigmáticas e pensantes
  10. Eu só faço questionários quando estou a morrer de tédio ou quando são extremamente divertidos, coisa que é rara
  11. Para mim o blogger é mais uma coisa mais portuguesa onde a maioria dos blogs que leio são de tugas de todas as idades, o tumblr é pessoal de todas as nacionalidades com idade próxima da minha

Fui ao blog da Boneca de trapos, e ela tinha lá um post com este título o que me deu uma ideia genial para fazer um post visto que não me está a apetecer estudar.

Então o que é que eu ouvia antes do rock me sequestrar? É preciso recuar no tempo até 2008.
Desde 2000 até 2009 ouvia estas coisas, mais ou menos em ordem:

É assim, eu sou tia dum feijão. E caso não saibam, isto dá-me muitas voltas a cabeça, até porque aquilo cresce o dobro numa semana enquanto posso ficar uma semana tipo zombie sem fazer nada. Mas pelo menos finjo que faço alguma coisa. O maior dilema é o nome, o maior medo é, vocês sabem. A minha irmã diz-me que não tenho nada haver com o assunto mas depois quem vai andar a limpar rabinhos e a dar banhos também vou ser eu porque ela fazia isso comigo aos 12 anos. Além disso o meu cunhado tem um gosto horrível em nomes.
Então estive a conversa com pessoal assim mais chegado sobre nomes, e as minhas próprias propostas, e as da minha irmã e do meu cunhado, e por aí adiante.

As propostas se for menino


Pedro – Foi a primeira coisa que me lembrei. É um nome lindo, juro. Dos meus favoritos. Mas tenho problemas com vários Pedros, incluindo o nosso querido Passos Coelhos
Miguel – Af, tão comum. E são tantos que escolhem este nome para segundo nome
Diogo – Huuum, não, é um nome direi, particular, por causa duma história. Eu tinha 12 anos e havia um deficiente físico-motor chamado Diogo que me perseguia, então eu tive tanta pena dele que prometi a mim mesma não namorar, nem casar, nem ter um filho, nem nada do género chamado Diogo. Há promessas que são feitas para serem quebradas
Edgar – NÃO
Samuel – Esta fui eu. O meu cunhado perguntou logo Samuel Massas?, não dá também. Já imaginaram um menino de três anos a correr pela casa a gritar “TRINTA!!!”? Seria mais “TINTAAA” ou isso
Barney Stinson – O bebé seria legend…. wait for it… DARY! Legendary! Não, ele vai ser legendary de uma forma ou outra, não precisa de se chamar Barney Stinson. Especialmente se for parecido com a tia
Carlos Henrique – A minha mãe. Tinha de ser. Era para ser o meu nome, mas não tenho um pénis
Rodrigo – Já há um Rodrigo na família. Af, gosto tanto do nome. Ainda tentei Rodrigo Pedro ou Pedro Rodrigo, mas não sei se fica bem
Simão – Fui eu, mas a Waffles lembrou-me logo que dá para fazer muitas piadas.
Zulmiro – A gente tenta
Ambrósio – Ah não mas é muito comum disse o meu cunhado (não, ele ia ser perseguido pelo anuncio do ferrero rocher a vida toda)

As propostas se for menina


Sofia – Foi a The Cheese. Gosto do nome, é o nome que daria a uma princesa que não é ingénua. É clássico. Mas não, a minha infância teve muitas histórias de Sofias cruéis
Inês – NÃO
Joana – Já chega delas tambeim
Sara – Fui eu. Até agora é o único que não descartei, mas o filho não é meu
Mijardina – Pode ser
Sasha – Fui eu também. Muito russo. Muito diferente e o bebé pode não gostar
Raquel – Af, adoro o nome desde pequena, eu queria ter sido Raquel. Mas li algures que as Raquéis tinham problemas com a família
Ângela – Adoro. É dos meus nomes favoritos, mas temos um problema também. A tia da Alemanha. E muita gente queixa-se de ser muito angelical e tales. Ângela Raquel ficava tão bem, mas ninguém concorda
Adelaide – NÃO
Sabrina – Gosto. E a minha mãe a dar-lhe com a história da bruxa Sabrina. Vê lá, ainda é uma feiticeira e vai para hogwarts. Pelo menos tinha mais sorte que eu.
Samanta – Fui eu. A minha irmã não torceu o nariz. Mas eu tenho uma Samanta, ou Samantha como personagem duma história de terror

Então, digam-me. Vocês preferem meninas ou meninos? Estou a falar de crianças, não sejam badalhocos.

WHAAAT?

Posted: January 26, 2012 in Nem merece uma tag

MAAS O QUÊÊ? ESSA É A PRIMEIRA FRASE DO MEU POST MAIS RECENTE
image

Shit happens 
Eu passei de eterna sonhadora romântica a frustrada sem paciência para essas merdas. E sempre admirei casais que duravam porque eu não tenho nunca certeza do que sinto se é que sinto, e quando acho que sinto fujo ou encontro razões para não gostar do rapaz. E tudo o que me resta são os sonhos que parecem realidade, acordo a pensar como seria bom se fosse realidade, mas quando realmente acordo percebo que as coisas não são assim tão fáceis. E um dia encontrei um casalinho da minha idade que namora desde os 12 anos (3 anos de namoro), encontrei-os, e sempre gostei de como eles eram como relação, perguntava a moça como era possível, e ela só dizia que não podiam acabar por se chatearem. E sempre os admirei, tão queridos, tão doces, quase inocentes e puros, quase aquilo que eu quero um dia. Quase.

E tudo poderá escapar das suas mãos em poucos meses, não porque o amor não seja suficiente, não porque se chatearam, não porque há diferenças, não porque nunca se sabe, mas porque o namorado pondera a opção de emigrar fortemente, fortemente mesmo. E ela continua nos braços dele, como se não se passasse nada, como se houvesse a promessa de ficarem juntos. E isso entristecesse-me. Eu só queria que ficassem juntos para sempre. I ship them, fucking life.
Ele só tinha vindo a Portugal para procurar um chance, como eu fiz aos seis anos, ele veio e encontrou-a. É injusto sabem? Sentirei muito mais por eles se ele voltar ao seu país de origem do que eu alguma vez senti quando acabei com o meu primeiro namorado, porque nós perdemos a química, eles tem-na, e digo-vos, essa química é uma combinação muito específica do que vocês inconscientemente querem, e é rara, eles tem-na. E parece que lhes querem arrancar essa hipótese. We never had a choice, this world has too much noise.
Depois ainda me perguntam porque é que eu simplesmente não me atiro aos braços do rapaz dos meus sonhos das últimas noites, depois eu ainda me pergunto porque não? Se foi tão bom… .Depois ainda querem que eu acredite no amor, ele é que parece não querer acreditar em nós. Naqueles dois pombinhos que só tem 15 anos e tem mais maturidade do que muitos adultos que não conseguem segurar uma relação. I fucking ship them. I fucking want to see them together forever and ever.
E…Os pais do rapaz dos meus sonhos das últimas noites chegam a pensar em ir para a Alemanha. E não, eu não o quero tanto como quero aqueles dois juntos porque eu nunca tenho certeza do que sinto se é que sinto. Mas mesmo assim, é injusto sabem? Tirarem-nos as chances e partirem-nos os corações. É tão injusto, nós não fizemos nada de mal. It takes me under once again