Archive for November, 2011

Isto do basket nas aulas de e.f.

Posted: November 30, 2011 in Bipolaridades

Um leva uma patada na boca, raparigas revoltam-se por nunca lhes passarem a bola, saem e entro no jogo. Eu sempre soube que um dos rapazes da minha equipa partia logo para os insultos e ficava com uma atitude de querer partir a boca de alguém quando as coisas lhe corriam mal ou o irritavam. O comum.
Por isso quando eu entrei no jogo o tipo estava quase a partir o focinho a dois tipos da outra equipa, e eu a um deles por ser mais irritante do que sei lá. Não acertaste no cesto por isso não é ponto, não acertaste no cesto por isso não é ponto. O jogo fica aborrecido porque as raparigas que restaram não jogam, eu pego na bola e dou a uma delas na tentativa de fazê-las jogar. Gritinhos, gritinhos. Basket é para homens e mulheres não para barbies, repete o rapaz que partia logo para os insultos. Referia-se a elas, aos tipos da outra equipa, à humanidade.
Uma delas começa a jogar, marca um ou dois cestos. Outra ganha alguma atitude depois de eu ter gritado com ela, na brincadeira. Basket é para homens e mulheres não para barbies, volta a repetir o rapaz que partia logo para os insultos.
Não sei de onde é que ele foi buscar a expressão, mas eu sempre encarei a vida como que num campo de basket. Coletividade, astúcia, inteligência e estratégia e marcarás pontos. E se tens uma segunda oportunidade na vida como num ressalto, é melhor que não falhes.

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Posted: November 30, 2011 in Bipolaridades

Quando vim para as redes sociais foi por um motivo: a partilha de coisas interessantes. Nunca quis de forma alguma ver futilidades no Facebook de pessoas do nono ano a queixarem-se da quantidade dos testes e muito menos briguinhas que vejo pelo tumblr, pelo blogger e por aí adiante que me chateiam quando o objectivo é descançar a mente depois dum dia comprido numa sala de aulas com pessoas que ainda não decidi se gosto ou se odeio. Ainda hoje vi actualizações do género “20 laikes e faço franja” duma daquelas moças do faissebuk que faz estados e coisas do género sem o mínimo de lógica.
Se eu pudesse ser livre, totalmente livre, chegaria ao pé dela, empurrava uma porta dum cacifo e dizia-lhe que não faz o mínimo de sentido, não faz o mínimo de sentido os estados que ela faz. Mas como isso é negar a liberdade do outro eu calo-me e ignoro. O mais possivel é que venha a apaga-la do faissebuk quando perder a paciência e que isso me venha trazer problemas caso ela se der de conta. Shit happens bro.
É que o objectivo destas redes sociais é a partilha de ideias, as pessoas dizem que não se vão maguar, que não vão levar a sério, que tem liberdade, que não sei quê mas sinceramente cada vez mais começo a achar que me quero a afastar disto porque não estou aqui para discutir a noção de liberdade, tenho filosofia e chega-me. Por alguma questão decidi deixar de comentar no youtube, tinha logo uns 20 users contra mim, era tal coisa feita tribunal que nem entendia. As pessoas tem de respeitar, mesmo que seja dificil porque como disse o Christian, ser forte é muitas vez calar, perante a ignorância.
Há dias que me apetece deletar todas as minhas redes sociais e limitar-me aos meus blocos de notas.

I’m tired of being what you want me to be
Feeling so faithless, lost under the surface
I don’t know what you’re expecting of me
Put under the pressure of walking in your shoes

Caught in the undertow, just caught in the undertow
Every step that I take is another mistake to you
Caught in the undertow, just caught in the undertow

I’ve become so numb
I can’t feel you there
I’ve become so tired
So much more aware

I’m becoming this
All I want to do
Is be more like me
And be less like you

Can’t you see that you’re smothering me?
Holding too tightly, afraid to lose control
‘Cause everything that you thought I would be
Has fallen apart right in front of you

Caught in the undertow, just caught in the undertow
Every step that I take is another mistake to you
Caught in the undertow, just caught in the undertow
And every second I waste is more than I can take
I’ve become so numb
I can’t feel you there
I’ve become so tired
So much more aware

I’m becoming this
All I want to do
Is be more like me
And be less like you

Não quero sinceramente saber das manifestações, os gajos que de matem todos longe, desde que me deixem estudar geografia e matemática, quero ter um futuro ao contrário de uma grande parte dos meus colegas que seguiram humanidades porque é fácil. Não quero saber neste momento dos valores, dos números, das estimativas, das mentiras. A única coisa que eu sei é que é preciso trabalhar, a única verdade é que nada está bem e nada estará se o dinheiro se continuar a perder em greves inúteis. Se for agora ver o dinheiro que já se perdeu, os voos cancelados vou ficar chateada e perder fé na humanidade. Portanto, vou ficar por aqui pelo blog, em volta dos livro, e agora vou ver HIMYM porque estou cançada e quando tiver tempo eu preocupo-me com os seres humanos que parecem não terem evoluído ao longo do tempo. Temos 4 bilhões anos de evolução, incluindo 150 mil anos de evolução humada, há muita história no nosso sangue, muita sabedoria nos nossos genes e foi-nos concebidos um cérebro, mas parece que muitos não o usam, os que faltaram ao trabalho porque sim ou porque acham que a manifestação os levará a algum lado são prova dum atrazo na espécie humana, graças a Deus que ainda há quem evolua. Eu tenho 150 mil anos de evolução, e tu tens mesmo?