Eutanásia, eis a questão.

Posted: May 21, 2011 in Contemporaneonissimo, São teorias, Tipo não te estou a acompanhar

Eutanásia é um tema que tem estado em grande destaque na minha vida, é uma questão de vida ou de morte. Teriamos nós o direito de escolher a morte quando não somos mais do que um corpo sem vida própria? Seriamos capazes de desligar as máquinas que mantém viva uma pessoa que amamos? Temos nós o direito de escolher quem vive e quem morre? Ou poderiamos acabar com a dor, com uma simples dose de cianeto dissolvida em água?
É um dilema internacional que leva a discussões entre tribunais, médicos e familiares e muitas vezes o sujeito em questão não pode dar a sua opinião. E quando pode expressar-se e nos pede uma morte digna como a última coisa que quer na vida, será que podemos dar-lha? Depois de toda a dor, o sofrimento e lágrimas derramadas, ela teria o direito de ter uma morte doce e digna? Ou estariamos a brincar aos Deuses e as Musas? Ou estariamos simplesmente a fazer o que melhor sabemos? É uma questão de vida ou de morte que nos coloca entre a espada e a parede. Eutanásia, sim ou não? Eis a questão.

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Comments
  1. Claro que sim. Tal como a pena de morte também.

  2. Bem, a questão é muito delicada, por isso, apesar de ter uma opinião formada sobre o assunto, não sou de todo «radicalista» como sou noutros aspectos (por exemplo,na abolição das touradas, porque aí sou completamente contra e ponto final ). Na questão da eutanásia, quando é a própria pessoa a desejar a sua morte, penso que essa vontade deve ser respeitada. Quando a pessoa está em estado « vegetativo », creio que é assim que se diz, acho que a decisão deve saber à família. Mas é, como disse, uma questão muito delicada e nunca, felizmente, tive de a viver de perto, por isso compreendo perfeitamente as pessoas que não têm coragem de o fazer aos seus familiares, mesmo sendo essa a vontade deles. É obvio que não o queremos fazer a uma pessoa de quem gostamos muito… E é por isso que esta questão tem muito de particular e devia ser deixada à consideração das famílias e não das leis…

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